Um limite descreve valores próximos a um ponto, sem exigir que a função esteja definida ali. Continuidade adiciona o requisito de que o valor da função existe e concorda com o limite. Cancelamento algébrico é válido apenas longe do zero cancelado, mas pode revelar um limite removível. Limites laterais devem concordar para um limite bilateral. Para limites de quociente, verifique o denominador e as hipóteses antes de aplicar uma regra; 0/0 é uma forma indeterminada, não uma resposta.
Uma derivada é um limite de quocientes de diferença e implica continuidade; o contrário falha, como mostra |x| em zero. Regras do produto, quociente e cadeia descrevem estruturas diferentes: a derivada de f(g(x)) é f′(g(x))g′(x), não um produto de valores não relacionados. Diferenciar uma composição pela segunda vez geralmente produz dois termos. Verifique domínios, denominadores não nulos e suposições de diferenciabilidade antes de usar uma expressão simbólica como derivada.
O teorema fundamental diz que a derivada de ∫ de a a x de um integrando contínuo f(t) é f(x). Com um limite superior variável h(x), multiplique por h′(x); com dois limites variáveis, subtraia a contribuição correspondente do limite inferior. Uma integral definida também surge como um limite de somas de Riemann. Reescreva a soma como (1/n)Σf(k/n) antes de identificar a integral em [0,1], em vez de tratar termos dependentes de n como constantes.
Por exemplo, Σ de k=1 até n de n/(n²+k²) é igual a (1/n)Σ1/(1+(k/n)²), tendendo a ∫₀¹1/(1+t²)dt=π/4. Este limite usa continuidade e a largura da partição 1/n. Uma série sobre um número ilimitado de termos é um limite diferente: termos tendendo a zero não garantem convergência por si só. Para Σ1/k, as somas parciais divergem; compare, estime ou aplique um teste de série válido em vez de usar a condição necessária de termo como suficiente.